sexta-feira, 23 de setembro de 2016

2 anos da Alice

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País em crise e eu também (risos), isso era mais que o suficiente para cortar a festa de aniversário da Alice neste ano. Mas, como eu tenho uma família e amigas maravilhosas, fui proibida de deixar esta data tão especial passar em branco. Aí, tudo pesa: o meu histórico de vida, o meu amor pela Alice e o meu lado festeiro. Então, resolvi mergulhar fundo no tal do “menos é mais”. E não é que é mesmo?

Depois de quebrar a minha cabeça pensando numa forma mais econômica para celebrar, um dia tive um estalo e me veio a ideia de fazer no parquinho da minha quadra, já que a Alice ama tanto. Fui amadurecendo a ideia, compartilhando com amigas que me ajudaram a definir as melhores formas. Até que optei por tentar o parquinho que eu considero o melhor de Brasília, o da 315 Norte. A estrutura da praça é perfeita, o parquinho é lindo e muito conservado.

A partir do projeto arquitetado na cabeça, eu precisava colocar tudo em prática, faltando um pouco mais de um mês para o evento. Vida loka total! Senta aqui e veja como foi!

PREPARATIVOS

Local: Como eu comentei, o local escolhido foi o parquinho da quadra 315 Norte. Então, parti para a parte burocrática para a realização da festa. Para isso, entrei em contato com a prefeitura da quadra, para obter a autorização. O prefeito foi um amor comigo e só confirmou a sua ótima atuação na quadra durante o meu contato: atencioso, prestativo e organizado. Parabéns!

E para a minha surpresa, o que eu achava que era uma baita inovação fazer uma festa no parquinho (afinal eu nunca tinha visto), que nada! Pelo menos nesse parquinho é bem comum. Mas tive sorte, pois a data da Alice ainda estava disponível. 


Além do parquinho de areia grande e com muita variedade de brinquedos, a praça da quadra conta com casinha de boneca, mesas de ping-pong, muitos bancos, um gazebo lindo, árvores, jardins, quadra de esporte e a prefeitura, a qual eu pude usar a copa. Lá também tem banheiro, mas no dia estava interditado. Então, improvisamos um banheiro de um prédio próximo. 



Decoração: Não sou muito adepta a tema. Então, enquanto ainda tenho o poder de escolha na vida da Alice, aproveito para fazer do meu jeito, mas, claro, considerando certas preferências dela. Como o local da festa era aberto e setembro remete à primavera, eu queria cores. Escolhi a paleta com os tons rosa pink, azul celeste, amarelo e verde. 

Para a mesa do bolo, eu nem precisei me esforçar muito, pois umas amigas me emprestaram todos os utensílios para compor, tudo de muito bom gosto e que casou perfeitamente com as cores escolhidas.

Coloquei também um cacho de balões coloridos, decorados com corações. Mandei encher com gás hélio na Casa & Festa da 706 Norte.
E para dar mais charme à mesa, pintei latas com spray preto fosco, coloquei flores e escrevi o nome da Alice com giz.

Convite: Eu mesma fiz o convite. Entrei na moda do chalkboard, aquele quadro negro cheio de registros que está super em alta. Coloquei tudo o que a Alice ama para os convidados já sentirem o clima da festa.

Convidados: O foco foi nas crianças e desta vez a Alice já conseguiu me ajudar a fazer a lista de convidados. Ela mesma me passou os nomes dos amiguinhos que não podiam faltar. E quem não tinha criança só entrou na lista pela convivência com a aniversariante. 


Bolo e doces: Desta vez eu quis doces tradicionais, afinal são mais baratos e gostosos. Quem me forneceu foi a Doce e Vício, do Guará. Teve bolo de Kit Kat com confeti (MARAVILHOSO!), brigadeiros, casadinhos, beijinhos, docinhos de leite ninho e pop cake de chocolate. Tudo delicioso!
Contato da Doce Vício: (61) 3301-5952





Picolé: Contratei um carrinho de picolé do Sabor no Palito para ficar à disposição dos convidados na festa. Achei o contato nos grupos de festa do facebook e adorei. Foram atenciosos antes, durante e depois da festa. E os picolés eram muito gostosos.
Contato do Sabor no Palito: (61) 98545-8777


Pipocas gourmets: Ganhei este presente maravilhoso de uma amiga especial. Fez o maior sucesso! Ela encomendou três sabores da Maria Arteira – leite ninho, leite ninho sem lactose e Oreo. A de leite ninho foi a que mais ganhou elogios, mas estavam todas deliciosas! Além das pipocas, indico muito o trabalho da Maria Arteira. A Maraísa é um amor de pessoa, superatenciosa e extremamente caprichosa. Atendimento excelente!
Contato da Maria Arteira: (61) 99209-9822 / 99565-2625


Salgadinhos: Como a festa era em lugar aberto e tinha muitas crianças pequenas, preferi encomendar apenas salgados assados. Foram todos da NN Salgados. Pedi pão de queijo, esfirra de carne, empadinha de frango, enroladinho de queijo, pastelzinho napolitano e mini pizza.
Contato da NN Salgados: http://www.nnsalgados.com.br/

Comidas feitas em casa: A minha mãe e eu fizemos em casa as coisas mais simples que não poderiam faltar: pipoca salgada, cachorro quente e gelatina. Servimos também melancia cortadinha e biscoite de maisena, já que as crianças adoram.

Bebidas: Servimos sucos de acerola e de goiaba feitos de polpas da Naturalíssima Polpas de Frutas (708 Norte). É o lugar mais barato que conheço para este item. Teve também água de coco. Os cocos foram comprados por R$1 (um real) cada, na Epia, na altura da Metropolitana, sentido Valparaiso. Além de água e refrigerantes comprados no Atacadão.


Garçons: Para os anfitriões conseguirem aproveitar a festa, este serviço é essencial. É um gasto que vale muito a pena! Fiz uma breve pesquisa e fechei com os mais em conta. Contratei um garçom e uma copeira da Malu Festa. Eles foram muito simpáticos e serviram muito bem. Indico!
Contato da Malu Festa: (61) 99413-1757

Lembrancinhas: Como uma das minhas terapias é viajar pelo Pinterest, foi lá que busquei inspiração. A partir das ideias, confeccionei praticamente tudo (com ajuda de uma equipe maravilhosa de melhores amigas). Para embalar, usei saco de pão, folha branca para fazer a meia lua de “renda”, furadores de scrap, fitas de cetim coloridas, pregador de roupa de madeira e tags personalizadas feitas por mim. Dentro do saquinho, coloquei um bichinho luminoso, uma mola mania e bolhinha de sabão. Comprei tudo no Taguacenter.




Guloseimas: Pirulitos, confetis, jujubas e marshmallows eu comprei no Conic.



Brinquedos: Para completar a festa, comprei alguns brinquedos de areia para deixar à disposição dos convidados e bambolês. Além disso, montei um tapete com brinquedos infantis, como mesa de atividades, tigrão upa upa, velotrol, andador, instrumentos musicais e bola. E coloquei também uma mesinha de pintura, com desenhos para colorir e giz de cera.

 


Fotos: Ai, o meu coração bate forte nesta parte, porque tem muito amor envolvido. A minha fotógrafa favorita nos presenteou com os seus cliques lindos! JALILA ARABI, gravem este nome, pois ela ainda será a bambambam da fotografia! Muito obrigada, nega véa do meu core! <3








Roupas: A Alice usou duas roupas. Abriu a festa bem a vontade, com um vestidinho branco de alcinha, pois estava muito quente e, claro, ela não iria parar um segundo. As cores ficaram no cabelo, com uma tiara de flores coloridas. Usou melissinha, pois é confortável é prática para colocar e tirar. 

Na hora dos parabéns, ela vestiu um vestidinho floral armado. A faixa de pavão no cabelo deu todo o charme ao look.  

Cálculo de comes e bebes: para calcular, eu usei o site Parangolé. Mas atenção, SEMPRE essas calculadoras exageram! Podem enxugar bem a lista sem medo de errar!

E assim foi a festa da Alice. Um sucesso! Nunca vi a diversão ser tão unânime em uma festa infantil. O que mais me impressionou foram os pais, HOMENS, elogiando a ideia de ter feito no parquinho. Afinal, qual homem na face da terra elogia festa infantil? Kkkkkkkk... 


E um dos elogios que mais me marcou foi dos pais de um amiguinho da Alice que vão embora da cidade no próximo mês: “Nós vamos embora de Brasília com a certeza que aqui tem diversão! Esta festa foi realmente para as crianças!”, frisaram.

E a aniversariante ficou em êxtase! Até hoje ela me pergunta: “Mamãe, já chamou meus amiguinhos pra minha festa?”.  Tenho certeza que essa foi a forma mais linda que ela encontrou para mostrar o quanto amou o seu dia e o quanto ficou grata.

Mais uma vez, muito obrigada a todos os envolvidos!

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

1+1

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O Minha Vida em Semanas foi convidado para prestigiar a inauguração da mais nova loja infantil de Brasília, a 1+1. O evento aconteceu nessa terça-feira (20), no Brasília Shopping, local escolhido para receber todo o charme da marca de moda infantil.

Foto: Telmo Ximenes
A loja é do casal Gustavo Brasil e Kamila Castro que preparou tudo com muito bom gosto – decoração e coleções de enlouquecer qualquer pessoa que tenha ligações com crianças. Além de todo o charme das peças, o que mais me chamou a atenção na loja foi a variedade para meninos e meninas, afinal, as araras femininas costumam dominar nas marcas infantis.

Gustavo e Kamila, com suas filhas
A 1+1 conta com roupas, calçados e acessórios e promove o encontro do casual com o sofisticado.  A mais nova coleção, verão 2017, inspira-se em cenários paradisíacos para aproveitar a ensolarada estação. O Tahiti, maior ilha da Polinésia Francesa, e o Caribe trazem cores vibrantes e estampas com elementos da flora e fauna tropical. Enquanto Santorini, na Grécia, traz uma sensação de frescor com tons mais claros, como o esverdeado do mar.

A moda náutica é outra tendência bastante valorizada, entre outras referências. Além disso, a loja oferece roupas da Two In, a linha teen da 1+1, que atende a faixa etária de 9 a 16 anos e tem mais inspirações no universo urbano.




A festa de inauguração contou com o show do Tio André, um mágico que divertiu não só as crianças, mas todos que estiveram presentes na abertura da 1+1.


Fotos: Telmo Ximenes

Não deixe de conferir esta loja linda!

Serviço:
1+1
Endereço: Brasília Shopping, 2º piso (próximo à praça de alimentação)
Telefone: 3033-3668
Instagram: https://www.instagram.com/1mais1brasilia/

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A Hora do Mamaço

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Estamos na Semana Mundial de Aleitamento Materno. Um ato que começa com dor, mas que vira um amor imensurável! Só quem vive, entende. É o aconchego, aquela mãozinha linda que te acaricia, trocas mágicas de olhares. Mas também cansa, tem hora que dá vontade de chutar o balde e desistir. Apesar de todos os benefícios cientificamente comprovados, que vão além da saúde do bebê, o importante é que os dois lados curtam esse momento: a mãe e o filho (a).

Eu ainda estou curtindo, ainda não passa pela minha cabeça a data de encerramento. E brinco que, se depender da Alice, essa fase alcançará os 15 anos de idade dela (risos...). Mas quem vê não imagina o quanto eu sofri no início, foram quase dois meses de lágrimas incontroláveis, muita dor, peitos dilacerados. Eu só insisti porque eu já tinha vivido a amamentação com o Davi e a minha experiência foi divinamente perfeita.

O Davi mamou até o seu último dia de vida. E entre esse 1 ano e 18 dias, descobri  mitos e verdades sobre o tema, assisti curas e senti todo o amor que as propagandas da Johnson’s transmitem sobre maternidade. Com a Alice, tudo se confirma nessa jornada de 1 ano e quase 11 meses que vivemos juntas.

Para comemorar a Semana Mundial de Aleitamento Materno, no próximo sábado (06), acontecerá A Hora do Mamaço. O evento será realizado às 15h30, no café Cobogó, que fica na 704/705 Norte. Vamos nos encontrar lá?

A Hora do Mamaço
Data: sábado, 06/08
Horário: 15h30
Local: Cobogó – 704/705 Norte

Dica: Está grávida e deseja amamentar? Informe-se, prepare os peitos, previna-se de possíveis fissuras e seja feliz.  Eu sempre indico para as mães procurarem um  banco de leite ou profissionais habilitados antes da chegada do bebê e nos primeiros dias. Amamentar é sim incrível, mas o início não é nada fácil! Precisa persistir para não desistir. Vale a pena o empenho! Eu garanto! O banco de leite do HMIB salvou a minha vida de lactante com a Alice.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Lado A de MÃE

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Há mais de cinco anos fui concedida ao maior dom que acredito que a mulher possa ter: tornei-me MÃE. Fui pega de surpresa, chorei, mas logo comemorei. Depois, tive outra surpresa. O meu primogênito tinha um sério problema cardíaco. Chorei de novo, mas logo voltei a comemorar, pois, para mim, nada nesta vida é em vão. Ele nasceu e chorei novamente pela maior emoção que já tinha vivido. Mas a comemoração sempre esteve presente, pois foi assim que o Davi me ensinou a dar mais leveza aos meus dias, durante o seu 1 ano e 18 dias de VIDA.

Na próxima fase da minha jornada, chorei muito durante dois anos de tentativas falhas para engravidar. Mas eu tentava me conformar com noites livres para farrear, sonos tranquilos e não interrompidos, viagens sem preocupações de enlouquecer, por conta de alimentação ou local bem estruturado para hospedagem.

E quando engravidei da Alice, chorei, é claro. Um choro de alegria que dava vontade de compartilhar com o mundo com um grito estridente. E no meio da mistura louca de felicidade, sensibilidade, medos e ansiedade, volta e meia aparecia algum machista (a maioria mulheres) para tentar me convencer que eu era incapaz de continuar a fazer o que eu já fazia antes, por eu estar carregando uma metamorfose em meu ventre.

A Alice nasceu e de repente o trabalho em casa se multiplicou, afinal, eu tinha que me adaptar ao ritmo da minha bebê e ainda dar assistência ao marido que nunca se lembrava de onde tinha largado qualquer coisa fora do seu devido lugar.   Eu tinha que separar as roupas de bebê para lavar e catar as peças masculinas espalhadas pela casa. E em épocas de doenças já precisei parar para avaliar qual dos dois “filhos” mereciam atendimento prioritário. Achei estranho quando percebi que esses problemas paralelos que já existiam antes da chegada da minha filha estavam me dando mais trabalho do que a nova rotina materna em si. Afinal, na gravidez, o que mais se escuta é "PREPARE-SE!", junto com o tsunami da onda do “lado B” da maternidade que surgiu nos últimos tempos.  Resumindo, filho dá trabalho, mas marido quase sempre dá mais.

Entre todos esses episódios, de vez em quando eu me lembro de que chorar não é sinônimo de fraqueza, como a sociedade impõe, e me permito fazer o que me faz bem: chorar por um bom filme, chorar por lembranças lindas, chorar por excessos de cobranças, chorar por simplesmente precisar.

A minha intenção aqui não foi tentar mostrar que a minha vida não é fácil, tentei representar a metáfora do estresse no copo d’água (conhece?). Talvez muitas mães tenham se identificado em alguma parte do que relatei ou quem sabe em tudo. O fato é que todas nós temos uma vida louca já agarrada ao nosso gênero. Então, o peso absoluto dos problemas não importa, depende de como cada uma dá importância a eles.

A maternidade é recheada de lado B, mas o A é tão gostoso! Por isso, temos um dia só nosso, para sentirmos como vale a pena viver todo o lado B que a vida nos propõe. É muito gratificante viver o A.

Desejo um dia das mães só no lado A para você, companheira!

FELIZ DIA DAS MÃES!

sexta-feira, 18 de março de 2016

Coelhinho da Páscoa, o que trazes?

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Época fofa, gostosa e onde tem crianças surge um monte de coelhinhos...

Você sabe por que o coelho e o ovo são símbolos da Páscoa?

O coelho é símbolo da fertilidade devido à sua capacidade de procriação. E como a data é uma comemoração religiosa, o ovo é considerado símbolo do nascimento e da vida. A relação com a Páscoa, para os cristãos, está a partir da Ressurreição de Jesus Cristo, que representa a esperança de uma nova vida.

Pensando nesses símbolos, vou compartilhar com vocês alternativas para comemorar a data com os pequenos, sem precisar de chocolate, caso você ainda não tenha liberado o açúcar ao seu filho (a), como eu.

Para começar um domingo de páscoa fofo, que tal colocar as pegadinhas de coelhinho pela casa, para guiar a criança até um café da manhã especial? As pegadas podem ser feitas com farinha de trigo (se o seu piso for escuro), adesivos ou de papel. Eu estou pensando em fazer um caminho até um piquenique na sala. E é claro que vai ter carinha pintada de coelhinha com orelhinhas para foto fofa.
De presente, eu encontrei uma caixinha em forma de ovo de acrílico, enchi de tintas e coloquei desenhos para pintura. Embalei com celofane, um laço bonito e pronto, este será o ovo de Páscoa da Alice. Achei o ovo na loja A Festiva (506 Sul), valor R$15. A loja está cheia de opções legais para a data, vale a pena conferir.



Outra coisa que achei legal é a página de Páscoa que o Carrefour preparou, com várias opções para downloads. Foi lá que garanti as patinhas, orelhinhas e os desenhos para colorir. Clique aqui para conferir.
Uma opção legal para presentear os bebês também é o chocalho em formato de ovo. Ele encaixa direitinho nas mãozinhas dos pequenos e é sucesso garantido. A Alice tem um Jim dunLop (foto). O instrumento pode ser encontrado em lojas de música ou pela internet.
Para quem tem um quintal, dá para fazer a clássica caça aos ovos. Na Festiva tem ovinhos de plásticos que são ótimos para esta brincadeira. Dê uma cestinha à criança e a família toda pode ser divertir muito na procura. 


Eu queria fazer pintura em ovos com a Alice, mas não achei ovinhos de plástico lisos para usar, só encontrei muito coloridos. Vi uma opção de usar ovo de galinha, cozido ou vazio, mas estou me perguntando: será que dá certo com a Alice? Rs... Ainda vou amadurecer a ideia para ver se farei. 


Você pode conferir mais opções de brincadeiras para todas as idades,  clicando aqui.

Ter criança em casa é trabalhar sempre o seu lado criativo para tornar essas datas ainda mais especiais. Então, se joga nas criações!

E você tem mais ideias legais? Compartilhe aqui nos comentários!

Feliz Páscoa!
 

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