segunda-feira, 1 de agosto de 2016

A Hora do Mamaço

2 comentários
Estamos na Semana Mundial de Aleitamento Materno. Um ato que começa com dor, mas que vira um amor imensurável! Só quem vive, entende. É o aconchego, aquela mãozinha linda que te acaricia, trocas mágicas de olhares. Mas também cansa, tem hora que dá vontade de chutar o balde e desistir. Apesar de todos os benefícios cientificamente comprovados, que vão além da saúde do bebê, o importante é que os dois lados curtam esse momento: a mãe e o filho (a).

Eu ainda estou curtindo, ainda não passa pela minha cabeça a data de encerramento. E brinco que, se depender da Alice, essa fase alcançará os 15 anos de idade dela (risos...). Mas quem vê não imagina o quanto eu sofri no início, foram quase dois meses de lágrimas incontroláveis, muita dor, peitos dilacerados. Eu só insisti porque eu já tinha vivido a amamentação com o Davi e a minha experiência foi divinamente perfeita.

O Davi mamou até o seu último dia de vida. E entre esse 1 ano e 18 dias, descobri  mitos e verdades sobre o tema, assisti curas e senti todo o amor que as propagandas da Johnson’s transmitem sobre maternidade. Com a Alice, tudo se confirma nessa jornada de 1 ano e quase 11 meses que vivemos juntas.

Para comemorar a Semana Mundial de Aleitamento Materno, no próximo sábado (06), acontecerá A Hora do Mamaço. O evento será realizado às 15h30, no café Cobogó, que fica na 704/705 Norte. Vamos nos encontrar lá?

A Hora do Mamaço
Data: sábado, 06/08
Horário: 15h30
Local: Cobogó – 704/705 Norte

Dica: Está grávida e deseja amamentar? Informe-se, prepare os peitos, previna-se de possíveis fissuras e seja feliz.  Eu sempre indico para as mães procurarem um  banco de leite ou profissionais habilitados antes da chegada do bebê e nos primeiros dias. Amamentar é sim incrível, mas o início não é nada fácil! Precisa persistir para não desistir. Vale a pena o empenho! Eu garanto! O banco de leite do HMIB salvou a minha vida de lactante com a Alice.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Lado A de MÃE

5 comentários
 
Há mais de cinco anos fui concedida ao maior dom que acredito que a mulher possa ter: tornei-me MÃE. Fui pega de surpresa, chorei, mas logo comemorei. Depois, tive outra surpresa. O meu primogênito tinha um sério problema cardíaco. Chorei de novo, mas logo voltei a comemorar, pois, para mim, nada nesta vida é em vão. Ele nasceu e chorei novamente pela maior emoção que já tinha vivido. Mas a comemoração sempre esteve presente, pois foi assim que o Davi me ensinou a dar mais leveza aos meus dias, durante o seu 1 ano e 18 dias de VIDA.

Na próxima fase da minha jornada, chorei muito durante dois anos de tentativas falhas para engravidar. Mas eu tentava me conformar com noites livres para farrear, sonos tranquilos e não interrompidos, viagens sem preocupações de enlouquecer, por conta de alimentação ou local bem estruturado para hospedagem.

E quando engravidei da Alice, chorei, é claro. Um choro de alegria que dava vontade de compartilhar com o mundo com um grito estridente. E no meio da mistura louca de felicidade, sensibilidade, medos e ansiedade, volta e meia aparecia algum machista (a maioria mulheres) para tentar me convencer que eu era incapaz de continuar a fazer o que eu já fazia antes, por eu estar carregando uma metamorfose em meu ventre.

A Alice nasceu e de repente o trabalho em casa se multiplicou, afinal, eu tinha que me adaptar ao ritmo da minha bebê e ainda dar assistência ao marido que nunca se lembrava de onde tinha largado qualquer coisa fora do seu devido lugar.   Eu tinha que separar as roupas de bebê para lavar e catar as peças masculinas espalhadas pela casa. E em épocas de doenças já precisei parar para avaliar qual dos dois “filhos” mereciam atendimento prioritário. Achei estranho quando percebi que esses problemas paralelos que já existiam antes da chegada da minha filha estavam me dando mais trabalho do que a nova rotina materna em si. Afinal, na gravidez, o que mais se escuta é "PREPARE-SE!", junto com o tsunami da onda do “lado B” da maternidade que surgiu nos últimos tempos.  Resumindo, filho dá trabalho, mas marido quase sempre dá mais.

Entre todos esses episódios, de vez em quando eu me lembro de que chorar não é sinônimo de fraqueza, como a sociedade impõe, e me permito fazer o que me faz bem: chorar por um bom filme, chorar por lembranças lindas, chorar por excessos de cobranças, chorar por simplesmente precisar.

A minha intenção aqui não foi tentar mostrar que a minha vida não é fácil, tentei representar a metáfora do estresse no copo d’água (conhece?). Talvez muitas mães tenham se identificado em alguma parte do que relatei ou quem sabe em tudo. O fato é que todas nós temos uma vida louca já agarrada ao nosso gênero. Então, o peso absoluto dos problemas não importa, depende de como cada uma dá importância a eles.

A maternidade é recheada de lado B, mas o A é tão gostoso! Por isso, temos um dia só nosso, para sentirmos como vale a pena viver todo o lado B que a vida nos propõe. É muito gratificante viver o A.

Desejo um dia das mães só no lado A para você, companheira!

FELIZ DIA DAS MÃES!

sexta-feira, 18 de março de 2016

Coelhinho da Páscoa, o que trazes?

0 comentários

Época fofa, gostosa e onde tem crianças surge um monte de coelhinhos...

Você sabe por que o coelho e o ovo são símbolos da Páscoa?

O coelho é símbolo da fertilidade devido à sua capacidade de procriação. E como a data é uma comemoração religiosa, o ovo é considerado símbolo do nascimento e da vida. A relação com a Páscoa, para os cristãos, está a partir da Ressurreição de Jesus Cristo, que representa a esperança de uma nova vida.

Pensando nesses símbolos, vou compartilhar com vocês alternativas para comemorar a data com os pequenos, sem precisar de chocolate, caso você ainda não tenha liberado o açúcar ao seu filho (a), como eu.

Para começar um domingo de páscoa fofo, que tal colocar as pegadinhas de coelhinho pela casa, para guiar a criança até um café da manhã especial? As pegadas podem ser feitas com farinha de trigo (se o seu piso for escuro), adesivos ou de papel. Eu estou pensando em fazer um caminho até um piquenique na sala. E é claro que vai ter carinha pintada de coelhinha com orelhinhas para foto fofa.
De presente, eu encontrei uma caixinha em forma de ovo de acrílico, enchi de tintas e coloquei desenhos para pintura. Embalei com celofane, um laço bonito e pronto, este será o ovo de Páscoa da Alice. Achei o ovo na loja A Festiva (506 Sul), valor R$15. A loja está cheia de opções legais para a data, vale a pena conferir.



Outra coisa que achei legal é a página de Páscoa que o Carrefour preparou, com várias opções para downloads. Foi lá que garanti as patinhas, orelhinhas e os desenhos para colorir. Clique aqui para conferir.
Uma opção legal para presentear os bebês também é o chocalho em formato de ovo. Ele encaixa direitinho nas mãozinhas dos pequenos e é sucesso garantido. A Alice tem um Jim dunLop (foto). O instrumento pode ser encontrado em lojas de música ou pela internet.
Para quem tem um quintal, dá para fazer a clássica caça aos ovos. Na Festiva tem ovinhos de plásticos que são ótimos para esta brincadeira. Dê uma cestinha à criança e a família toda pode ser divertir muito na procura. 


Eu queria fazer pintura em ovos com a Alice, mas não achei ovinhos de plástico lisos para usar, só encontrei muito coloridos. Vi uma opção de usar ovo de galinha, cozido ou vazio, mas estou me perguntando: será que dá certo com a Alice? Rs... Ainda vou amadurecer a ideia para ver se farei. 


Você pode conferir mais opções de brincadeiras para todas as idades,  clicando aqui.

Ter criança em casa é trabalhar sempre o seu lado criativo para tornar essas datas ainda mais especiais. Então, se joga nas criações!

E você tem mais ideias legais? Compartilhe aqui nos comentários!

Feliz Páscoa!

sábado, 30 de janeiro de 2016

Preparem as fantasias

0 comentários
Tarananana, taranananan... (Isso era pra um frevo. Tocou na sua mente? Rs...)

E aí, mamães, fantasias prontas para o carnaval?

Se estão deixando para a última hora ou estão sem inspiração, vou deixar algumas dicas.

Que tal colocarem as mãos na massa? Eu adoro! Conhecem os tutoriais de “Mãe à Obra”, de Kika Motta? Ela dá muita dica original e fácil de fazer. Clique aqui e confira!



Para as meninas, dá para montar várias fantasias com saias de tule, como bonequinha de luxo, bailarina, bruxinha, fantasminha, fadinha, dá para usar até em ensaio Smash the Cake. Essa saia é bem fácil de fazer, sem costura, e baratinha. Veja o tutorial, clicando aqui.


Quem tem em mente algum personagem especial que seja difícil de encontrar a fantasia pronta, pode valer a pena comprar tecido e mandar fazer. Eu fiz isso, mas a da Alice ainda é surpresa. Depois eu mostro para vocês.

E para as mães que preferem a praticidade de comprar a fantasia pronta, tenho algumas dicas de lugares de Brasília que oferecem variedades de opções e tamanhos para bebês.

1) Casa & Festa (706 Norte) – Lá eu vi bastante variedade de fantasias, a partir de R$49,90. Para os bebês tem bodies de personagens e para crianças, a partir de 1 ano, tem fantasias mais incrementadas, como Branca de Neve,Frozen, Sininho, Minnie, palhaço (a), pirata e princesas. Além de uma infinidade de acessórios para incrementar fantasias e artigos para a folia, como acessórios, confete, serpentina e espumas.

2) Lojas Americanas – Na unidade do Brasília Shopping, eu vi fantasias para crianças a partir de um ano de Branca de Neve, Sininho, Minnie e pirata. Mas deve encontrar em qualquer loja da marca. Os preços variam a partir de 49,90 também.

3) Armarinho Milano (306 Sul, Conjunto Nacional e 711 Norte) – tem fantasias para todas as idades, a partir de R$69,90, e todos os artigos para o carnaval.

4) Feira da Torre de TV – Na torre, encontra-se bodies de personagens para os bebês com preços mais em conta, a partir de R$35.

5) Taguacenter – Com certeza, lá encontra fantasias para todas as idades e tudo o que pode precisar para cair na folia.

6) Katraka (Conic) – Esta loja também tem boddies de super heróis para bebês e camisetas divertidas para crianças maiores e até para os pais.

7) Lojas de brinquedos – sempre têm fantasias para a criançada. Na Cia Toy eu já vi bodies para bebês.

8) Riachuelo – Agora a loja de departamento abriu o leque na sessão infantil e oferece fantasias legais.

9) Quiosque Baby Chocolate (Iguatemi) –
Tem fantasias lindas para bebês.

10) OLX –
Para as mamães internautas de plantão, podem encontrar fantasias legais no classificado virtual, de mães que estão desapegando os trajes com pouco uso.

Então, é isso! Corram que ainda dá tempo para cair na folia em grande estilo e diversão!

Não se esqueçam de identificar as crianças que vão para bloquinhos, se necessário, coloquem uma mochila guia, e tirem muitas fotos para guardar de recordação!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Juntos com #Arthur

0 comentários
A história do pequeno Arthur Batista da Silva, de pouco mais de um mês de vida, está mobilizando as redes sociais e chegou ao Minha Vida em Semanas. O pequeno é de Monte Belo (MG) e sofre de anoftalmia, uma doença rara e sem cura que é caracterizada pela ausência dos olhos.

Os pais de Arthur, Sueli Aparecida Batista e Adriano dos Santos Silva, já tentaram procurar um tratamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mas, com a demora por uma vaga, eles optaram por uma clínica particular. A doença faz com que a pele a redor dos olhos se feche, com o tempo, impossibilitando a colocação de uma prótese.

A família encontrou uma clínica em Campinas (SP) que pode realizar o implante de olhos de vidro, mas o tratamento custa cerca de R$ 10 mil por ano, além de despesas com viagem e acomodações. Para arrecadar a quantia, os pais recorreram ao Facebook, pedindo doações das pessoas com a campanha "Juntos com #Arthur". Eles já conseguiram arrecadar o valor para o início do tratamento. A mãe e filho já foram a São Paulo iniciar o processo.

Quem quiser saber mais detalhes sobre como ajudar o Arthur, clique aqui para acessar a página do "Juntos com #Arthur".

Dica do Minha Vida em Semanas

Para ajudar os custos de viagens, o governo oferece o programa chamado Tratamento Fora de Domicílio (TFD), pouco conhecido, que paga as passagens do paciente e de um acompanhante, além de uma ajuda de custo por viagem, que contribui bastante à família. A família deveria procurar o programa na sua cidade e verificar os procedimentos para serem beneficiados.

Como muitos sabem, eu já tive um filho, o Davi, que fazia tratamento em São Paulo. E eu consegui entrar no TFD rapidamente, levando os relatórios médicos que comprovavam a importância do tratamento fora da minha cidade. Vale muito a pena tentar, não só a família do Arthur, mas também todas as famílias que passam por situações parecidas.
 

Minha Vida em Semanas... Copyright 2008 All Rights Reserved Baby Blog Designed by Ipiet | All Image Presented by Tadpole's Notez